
Seguindo o exemplo dos professores de Minas Gerais e de várias outras aguerridas categorias em luta, após mais de 40 dias de paralização e muita luta, os professores estaduais da capital einterior do Ceará, reafirmaram mais uma vez, na Assembleia Geral deste dia 16/09 a manutenção da Greve por tempo indeterminado, a despeito de providenciais dados do próprio sindicato APEOC, de que dos 185 municípios em greve, 81% já teriam retornado às aulas e da posição irredutível de um governo autoritário e desrespeitoso que como resposta a essa justa luta, tem apresentado, por um lado,umlamentável repertório de demagogia e sarcasmo e por outro, seu irônico apelo à justiça, como se não fosse ele próprio o maior exemplo de descumprimento desta, enquanto, por sua vez, a categoria só exige exatamente o que lhe foi assegurado por LEI: o Piso Salarial Nacional e o mais do que justo 1/3 extra-sala.Todavia, é preciso registrar que, além desse já calejado (o que não pressupõe natural) contexto de ataques e retirada de direitos que vem atingindo esses e todos os demais trabalhadores, de forma acentuada, durante os governos de Frente Popular do PT, aspectos extremamente positivos vem se construindo, em contrapartida, como um tipo de resposta a esse estado de coisas, senão vejamos: